Caros colegas, amigos e outros acompanhantes do meu Blog- sala de gessos-, faço aqui um compasso de espera para tentar saber da vossa opinião-expressa- relativamente aos trabalhos que tenho vindo a apresentar. Fico grato. P.H.
Caros colegas e amigos vou dar continuação ao trabalho interrompido. 03-05-2011.
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
sábado, 22 de janeiro de 2011
sala de gessos
Acção Traccionária Seu Desenvolvimento
Nas fracturas, especialmente dos ossos longos, são as contracturas musculares a principal contrariedade na sua redução, originando, eventualmente, defeitos de consolidação em angulação e/ou em acavalgamento, traduzidos sempre em encurtamento.
Assim sendo, será exigido que o desenvolvimento traccionário seja rigorosamente controlado:
1)- Pela palpação, quasi sempre possível, quando em segmentos pobres em massas musculares, tornar-se-ão evidentes os respectivos
topos ósseos.
topos ósseos.
2)- Os meios imageológicos mostram com rigor a evolução do efeito traccionário
Várias situações anómalas poderão ser verificadas durante
o desenvolvimento tráccionário, essencialmente
por deficiente controlo.
Se observado
apenas angulação, poderá indiciar deficiente orientaçãoda linha de tensão.- Há que proceder à sua correcção.
Se observado
apenas angulação, poderá indiciar deficiente orientaçãoda linha de tensão.- Há que proceder à sua correcção.
Após verificação do sistema, o resultado poderá indicar imperfeita orientação da linha de tensão. Torna-se imperativo a sua correcção.
complicação poderá ser resultante:
a)-Do exagero do poder traccionário
b)-Da prolongada acção traccionária
c)-Do deficiente controlo durante a acção.
Tendo, ainda, o volume muscular.
Quando por Acavalgamento.- Se ao fim de alguns dias de acção traccionária ainda não foi verificado qualquer desenvolvimento, poderá ser atribuido, à mesma, a incapacidade em neutralizar as ditas contracturas musculares. Proceder à correcção, eventualmente aumentar o poder de acção.
.
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Continuação
C)- fixação traccionária por Laço de Lyssen.
Tracção de acção temporária e intermitente, com os seguintes objectivos: 1-- evitar ou neutralizar contracturas musculares.
2-- aumentar os espaços entre superfícies articulares
opostas.
Tracção de acção temporária e intermitente, com os seguintes objectivos: 1-- evitar ou neutralizar contracturas musculares.
2-- aumentar os espaços entre superfícies articulares
opostas.
( 2)
Membro suspenso por um ou mais dedos através de "Caça dedos" e com contra-tracção exercida por pesos.
Acção de curta duração com o objectivo de exercer relaxamento muscular a fim de facilitar (2a)
redução de fractura dos ossos do antebraço..
D) Fixação/Suspensão Pélvica.
Processo exercido sobre a cintura pélvica,com o objectivo de reduzir diastase dos ramos Ísquio-Púbícos.
Material:
_Faixa de lona , com duas armações metálicas nas respectivas extremidades.
_Uma armação metálica sobre o leito com duas roldanas laterais donde pendem os fios. As extremidades que cruzam ao centro do leito engatam nas armçaões metálicas da faixa de lona. As extremidades pendentes lateralmente ao leito suspendem os respectivos pesos .
O mecanismo de fixação/suspensão é garantido pela Faixa que envolve a cintura pélvica. Enquanto o efeito traccionário é exercido pela acção de suspensão cruzada e pela contra-tracção do peso do próprio corpo.
Não basta exercer Tracção na tentativa de reduzir uma fractura ou por outra acção indicada.- É necessário, e muito importante que a sua aplicação desenvolva uma acção trccionária de forma a atingir os objectivos em vista; essencialmente a restituição do seu comprimento e alinhamento originais (nas fracturas).
sábado, 15 de janeiro de 2011
tracção em Ortotraumatologia
Seguindo o percurso do traumatizado, chegado ao hospital, poderá ser submetido a uma tracção. É sobre ela que iremos falar (escrever).
Desconhecendo-se a Era do início da sua aplicação, sabe-se, no entanto, que já Hipócrates se serviu deste processo para resolver algumas situações de fracturas e luxaçôes.
Ainda hoje constitui um método de redução progressiva de certas fracturas e/ou luxações, a maior parte das vezes eficaz.
Entenda-se por Tracção a linha de tensão resultante de um ou mais vectores de força, obtidos por um conjunto de manobras estudadas, cuja acção traccinária é resultante das forças de tracção e das de contra-tracção.
As de tracção são, por regra, obtidas por pesos.
As de contra-tracção são, normalmente, obtidas pela posição de inclinação do leito; em declive ou proclive consuante o caso
Ainda, pela suspensão parcial do corpo,- verificado na tracção ao zénite de Bryent.
Principais Objectivos
A)- Anatomicamente- Restituir o comprimento e alinhamento originais do respectivo segmento ósseo
B) Fisiologicamente- Executada com o propósito de permitir a restauração precoce da função articular e consequentemente da actividade muscular.
Criar condições profiláticas à instalação da atrofia muscular e aos distúrbios neuro-vasculares periféricos; realizando Tracção/suspensão balanciada de Neufeld, por fracturas do fémur.
Criar condições profiláticas à instalação da atrofia muscular e aos distúrbios neuro-vasculares periféricos; realizando Tracção/suspensão balanciada de Neufeld, por fracturas do fémur.
C) Podendo, ainda, ser aplicada para:
1) evitar ou reduzir os espasmos muscures.
2) para aumentar os espaços entre superfícies articulares.
Formas de Fixação da acção traccionária, tendo em conta:
-Objectivo em vista.
-Tempo previsto de acção.
-Material disponível disponível
-Condições locais.
- Idade e estado do paciente.
e)- Ainda, forma de exercer tracção esquelética sem , contudo, deixar de respeitar os princípios comuns.
OBS. Aqui, a designação de esquelética traduz a forma de fixação apenas a uma porção do osso.
Requisitos que devem orientar
a aplicação dos materiais
de
Que o comprimento esteja de acordo com as dimensões da região, e que resista eficazmente ao esforço traccionário previsto.
1) evitar ou reduzir os espasmos muscures.
2) para aumentar os espaços entre superfícies articulares.
Formas de Fixação da acção traccionária, tendo em conta:
-Objectivo em vista.
-Tempo previsto de acção.
-Material disponível disponível
-Condições locais.
- Idade e estado do paciente.
A) Manual- quando a acção traccionária é apenas exigida durante curto espaço de tempo.
B)- Fixação Esquelética:- Quando a fixação é exercida no tecido ósseo
( em jovens e adultos) por acção tracionária de caracter contínuo, mais ou menos prolongada.
Material:
a)-Fios e Cravos-Trespassando o tecido ósseo
b)- Cravos roscados numa das exremidades, por onde se fixa ao osso, sem haver necessidade de o trespassar.
( em jovens e adultos) por acção tracionária de caracter contínuo, mais ou menos prolongada.
Material:
a)-Fios e Cravos-Trespassando o tecido ósseo
c)- Compassos, (Gardner, Crutchfild, Etc.) fxando-se apenas à tábua extena do crâneo.
d)-Arco metálico provido de pinos, distribuidos à sua volta, fixados na tábua externa, conhecido por Sistema Hallo.
d)-Arco metálico provido de pinos, distribuidos à sua volta, fixados na tábua externa, conhecido por Sistema Hallo.
e)- Ainda, forma de exercer tracção esquelética sem , contudo, deixar de respeitar os princípios comuns.
Transquelética quando o material de fixação trespassa todo o osso.
Requisitos que devem orientar
a aplicação dos materiais
de
fixação traccionária.
A)- Cravos, fios e outros afim.Que o comprimento esteja de acordo com as dimensões da região, e que resista eficazmente ao esforço traccionário previsto.
Que reúna condições de fixação ao tecido ósseo, prevenindo lacerações nos tecidos, evitando grandes "portas" de entrada á infecção
Estas extremidades, assim, serão causa de auto-agressão
.Sendo este acessório, quando aplicado nas extremidades dos cravos, preventivo às ditas agressões
É, normalmente, aplicada em crianças de tenra idade, para
exercer tracção de caracter contínuo e de acção duradoura.
No entanto, poderá também ser aplicada no adulto com forma transitória de prevenir complicações pós-traumáticas ou após algumas intervenções cirúrgicas.
Material.
-As reacções dermicas de intolerãncia
-O descolamento involuntário
-Inadequada aplicação - saõ as grandes rasoões do insucesso traccionário
Aplicação
A fixação percutãnea consiste na aplicação de um faixa em forma de U às faces interna e externa do membro, a partir da região supra-maleolar, até cerca de cinco cm. abaixo do foco de fractura.
Ocupando uma grande área de pele, e tendo em conta que a criança nem sempre saberá trduzir o desconforto senão com o chôro, rabugice, agitação, etc. ; será este material possuidor de caracteriscas eminentemente analérgicas.
Também as suas dimensões terão muito a ver com a eficácia do sistema.- Faixas estreitas e curtas, em releação ao membro, exigem maior esforço dos tecidos subjacentes, podendo ser causa de graves danos dérmicos, venosos e eventulmente neurológicos periféricos.
Tracção ao Zénite de Bryent.
Processo traccionário de acção contínua, exercido, como o seu nome indica, na vertical.
- de fixação à pele, normalmente aplicada em crianças a partir do primeiro ano de vida; embora alguns autores a admitam a partir dos primeiros meses, até aos quatro anos e/ou 13,5 kg, por fractura do fémur.
A criança, um ser extremamente sensível, submetida a uma tracção por danos físicos, fica também sujeita a transtornos de ordem psicológico.
o ambiente que passa a rodeala terá de ser de confiança e de tranquilidade. As cores e os brinquedos são de grande importância. Mas a mãe e outros elementos da família são muito importantes para atenuar a dor física, mas indispensáveis para aliviar o pesadelo psicológico de estar ali tão limitada de movimentos
A criança é colocada em decúbito dorsal,estabilizada por cinta ou colete.
O leito é equipado com barras laterais de segurança, e arco superior com as respectivas roldanas. Os membros , para o equilíbrio e alinhamento trccionário, são ambos colocados em iguais condições.
-As nádegas, quando em tracção, são colocadas ligeiramente afastadas do leito, assim exercida a força de contra-tração.
-Os membros são suspensos, por meio dos fios à barras superiores, em posição de ligeira abdução, e rotação externa de cerca de10'
- As articulações coxo-femorais flectidas a cercaa de 11o'.
-Estas posições têm como objectivos:
- Prevenir consolidação viciosa em varo
- " " " " rotação interna
- " " " " angulação posterior, respectivamente
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Socorro- continuação
Melhorar os cuidados pré-hospitalares é contribuir para profilaxia das complicações pós- traumáticas e, consequentemente, proporcionar um tratamento especializado mais fácil, mais rápido, menos mutilante e mais económico.
Liderar uma acção de primeiros socorros num desastre é ter, especialmente, a capacidade de acalmar os excitáveis e dominar os solícitos; provando aos primeiros os seus conhecimentos para o efeito, e aos segundos a arte de lhes incumbir algumas tarefas de grande relevância:
-Chamar o socorro profissionalizado.
-Circunscrever a área.
-Avisar as autoridades
-Circunscrever a área.
-Avisar as autoridades
Sabendo-se que, por regra, todo o sinistrado sofre de dor e de hemorragias mais ou menos graves, poderá a imobilização provisória ser um acto de grande importância.
Ela deve ser executada a todo o indivíduo, no mais curto espaço de tempo possível, ainda no local, que apresente sinais de lesão esquelética, mais ou menos evidente.
Imobilização provisória principais objectivos:
1) Prevenir, estabilizar ou melhorar o estado de chque traumático: diminuindo a dor, facilitando a hemostase, estabilizando eventual fractura.
É um método profilático, especialmente no agravamento, pós traumático, de lesões neuro-vasculares, causadas por esquirolas ósseas, que frequentemente obrigam as complexas intervenções cirúrgicas afim de repôr a normalidade.
2) A imobilização provisória facilita o levantamento do sinistrado.
3) Transporte. A ambulância e o helicóptero são hoje os meios mais utilizados. Um traumatizado esquelético quando imobilizado e estabilizado não deverá ser exposto aos riscos das altas velocidades. A urgência em chegar ao hospital torna-se relativa. As acelerações bruscas, as fortes travagens,as curvas e os pisos em mau estado serão outros tantos factores de eventual agravamento e instabilidade da situação. Por tudo isto, a imobilização provisória torna-se de incomensurável valor na proteção do traumatizado esquelético.
3) Transporte. A ambulância e o helicóptero são hoje os meios mais utilizados. Um traumatizado esquelético quando imobilizado e estabilizado não deverá ser exposto aos riscos das altas velocidades. A urgência em chegar ao hospital torna-se relativa. As acelerações bruscas, as fortes travagens,as curvas e os pisos em mau estado serão outros tantos factores de eventual agravamento e instabilidade da situação. Por tudo isto, a imobilização provisória torna-se de incomensurável valor na proteção do traumatizado esquelético.
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